Claro que o valor do ranking anual da revista Times é muito limitado, mas neste debate pré-eleitoral entre vermelhos e azuis, está se perdendo o real valor do acontecimento. Lula não foi a figura do ano, ou algo assim. Lula está entre os mais influentes no mundo, ou seja, o prêmio enfatiza o relevo da atual política externa brasileira, que com seus acertos e erros, é um Himalaia se comparada com a do governo anterior. O Brasil de Lula vem tendo uma atitude pro-ativa nos diversos foros internacionais, e está consolidando uma personalidade própria, com ênfase na mediação entre a potência central e o mundo periférico. O Brasil é o BRIC interlocutor, possivelmente mais que a China.
Enfim, saudamos o sinal e esperamos que a trajetória da política externa, em linhas gerais, se mantenha, independente do vencedor em outubro.
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