quarta-feira, 3 de março de 2010
Lost
Estou com uma pulga atrás da orelha com relação a Lost. Porque este final está começando a lembrar Galáctica. Está começando, ao atropelo da sequência lógica da história (se é que isto poderia existir em Lost), um desfile de clichês religiosos. É o escolhido, o bem contra o mal, a perda da fé, o demo sedutor, o destino manifesto (quem não quer o filho é mal, quem era torturado é mal - embora isto seja mais plausível mesmo) e por aí vai. Todos elementos ao gosto do americano médio, cristão carola e conservador. É uma pena que as coisas sempre se resolvam pelo caminho mais fácil.
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